Wilma Patricia Marzari Dinardo Maas – UNESP-Araraquara
A obra Os meus romanos. Alegrias e tristezas de uma educadora alemã no Brasil, de Ina von Binzer, foi publicada pela primeira vez no Brasil em 1956, pela Editora Anhembi, e reeditada em 1994 pela Editora Paz e Terra.
O prefácio à primeira edição, assinado por Paulo Duarte, inclui o livro na tradição de relatos brasilianistas, logo no primeiro parágrafo:
Este é um dos mais curiosos livros de ‘brasiliana’ publicado no século passado, tão rico de obras interessantes sobre o Brasil. Trata-se de uma edição alemã, de mil oitocentos e oitenta e tantos, no qual é narrada a vida de uma professora alemã que viveu na fazenda de uma das velhas famílias de São Paulo e outros lugares daqui e do Rio. (Duarte, Prefácio a von Binzer, Ina, 1994, p. 9)
No prefácio à edição de 1994, Antonio Callado trata de descortinar um pouco as origens e a existência real de Fräulein von Binzer, essa jovem preceptora alemã que visitou o Brasil às vésperas da abolição da escravatura. Ina von Binzer nasceu em 3 de dezembro de 1856, em Lauenburg, região da chamada Silésia, anexada à Prússia em 1856. Segunda a nota bibliográfica, von Binzer, provavelmente oriunda da classe média, apesar da preposição “von” que pode indicar origem aristocrática, recebeu educação escolar, tendo mesmo feito seu “exame de professora”, depois de um ano de internato em Bonn.
O objetivo desta breve comunicação é levantar hipóteses sobre o tipo de formação recebida por von Binzer na Alemanha, sobre suas concepções pedagógicas frente ao trabalho como preceptora dos filhos de uma incipiente aristocracia rural brasileira. Dessa maneira, penso ser possível delinear um pouco mais claramente o estatuto dessa verdadeira instituição familiar e educacional do Brasil-Império e mesmo da República, a preceptora ou governanta de origem européia.
Sob o aspecto do gênero em que é vazado, o texto de von Binzer descende dos relatos de brasilianistas como Spix e von Martius, respectivamente zoólogo e botânico alemães que, por ordem Maximilian Joseph I, Rei de Baviera, empreenderam expedição científica ao Brasil entre os anos de 1817 e1820. O resultado dessa expedição foi publicado em um livro chamado Reise in Brasilien [na tradução brasileira, Viagens pelo Brasil), em três volumes, na cidade de Munique, respectivamente nos anos de 1823, 1828 e 1831.
Assim como o livro de von Binzer, o dos dois naturalistas é narrado em primeira pessoa, com precisão de datas e locais. Von Binzer, que chegou ao Brasil em maio de 1881, então com 22 anos, pode ter se inspirado no relato de seus compatriotas, sendo que se poderia mesmo apontar coincidências de trechos e opiniões entre as duas obras.
Ao lado da obra de Spix e Martius, parece constituir referência muito próxima para o livro de Ina von Binzer o Diário de uma Viagem ao Brasil, da inglesa Maria Graham, que veio ao Brasil pela primeira vez em 1821 acompanhando o marido, o capitão de fragata Lord Graham, O diário de Graham é um documento detalhado e generoso em observações sobre um Brasil às vésperas da Independência, bem como sobre a vida cotidiana de naturais e estrangeiros no país durante o reinado de D. Pedro I. Graham chega mesmo a descrever sua proximidade com a família real e alude, ao final de seu diário, à sua futura colocação na corte, como preceptora da princesa Maria da Glória.
Entretanto, ao passo que Graham opta pelo diário de viagens, Ina von Binzer escolhe o gênero epistolar, nomeando mesmo uma interlocutora, Grete, o que possibilita à autora a inclusão de pequenos trechos pessoais, comentários ligeiros e alusões familiares, o que confere ao texto o prazer clandestino, embora fingido, de se estar a espiar correspondência dos outros.
Na tradição literária alemã, o advento do romance epistolar coincide com a afirmação do romance como gênero literário digno. O estilo de von Binzer, ao optar por um destinatário longínquo, a quem volta e meia ela se dirige como a uma espécie de confessor e irmão de alma, faz necessariamente lembrar Os sofrimentos do jovem Werther, romance de Johann Wolfgang von Goethe de 1774. O título do livro de von Binzer , Os sofrimentos e alegrias de uma preceptora alemã no Brasil, alude sem dúvida ao Werther, legitimando assim uma referência erudita dentro da literatura de seu país de origem, assim como o livro de Spix e von Martius legitima a filiação científica. De Hans Staden a Robinson Crusoé, a descoberta da América pelos europeus tem sido relatada através de um estilo extremamente pessoal, exercitado primeiramente nos relatos de conversão religiosa, mesclado a um interesse científico e já mesmo antropológico pela terra, gente e costumes.
Von Binzer é uma mulher cultivada, e faz questão de mostrar isso. Suas cartas, em alemão, são repletas de expressões latinas, inseridas no texto de modo a pontuar, com precisão, suas disposições de surpresa ou censura. Cito abaixo o trecho em que von Binzer se refere ao costume brasileiro ( que permanece em nossos dias) de dar aos filhos nomes de grandes estadistas estrangeiros, como uma tal desordeiro, segundo von Binzer, que tinha por nome João Leão Bismarck:
Outro dia, fiquei indignada com esse abuso de nomes alheios, quando um indivíduo de péssima reputação, ao ser preso por perturbação da ordem, deu o nome de João Leitão Bismarck. Se o imperador está disposto a tolerar todos os pseudo Pedro de Alcântara e o barão, senhor de escravos, permite que seus pretos libertos adotem seu nome de família, digamos então simplesmente - de gustibus non est disputandum! - mas creio que nós, alemães, estamos no direito de tratar nossos grandes nomes com maior consideração e devíamos proibir que se servissem deles também nos países estrangeiros. (von Binzer, 1994, p.105)
Ao lado do latim, que usa com certo comedimento e apenas para tornar mais expressivas certas passagens, von Binzer, (ou Ulla, seu pseudônimo no livro), orgulha-se de seu inglês, pontuando volta e meia seus textos com expressões como “provoking”, “God bless them”, etc., além de reiterar freqüentemente sua paixão pela língua. No transcorrer do livro, percebe-se que tal dedicação ao idioma de Shakespeare deve-se, em parte, ao interesse de um jovem engenheiro inglês, representante de uma firma de máquinas em São Paulo:
Na casa dos Schaumanns [amigos de Ulla/Binzer em São Paulo] encontra-se gente de todas as partes do mundo e conversa-se sobre todos os assuntos. Numa dessas noites, esteve lá um velho e original engenheiro dinamarquês, antigo capitão, um francês, professor de música, um médico alemão e um engenheiro inglês, homem bastante atraente que conversou quase que exclusivamente comigo e apreciou meu inglês que considerava muito bom. (von Binzer, 1994, p. 94).
Quanto ao francês, von Binzer parece dominá-lo perfeitamente, sendo mesmo essa a língua de comunicação com a primeira família que a hospedou no Brasil, na Fazenda São Francisco, situada provavelmente nas divisas do Rio de Janeiro com São Paulo. Vale citar mais uma vez o texto:
Parece que não há brasileiros que não falem francês, embora alguns deles possuam apenas uma vaga noção sobre o país a que essa língua pertence, ignorando mesmo que existem mais algumas cidadezinhas além de Paris. Na cabeça da preta que me serve - a minha negra - Paris corresponde a todo o lugar fora do Brasil. Como percebi sua admiração ilimitada por essa coisa notável que é Paris e de onde naturalmente provenho, tive o cuidado de não desacreditar a cidade e a competência de seus filhos, com meu português de oito dias. (von Binzer, 1994, p. 18).
Assim como Ina von Binzer, ou Ulla von Ecke, através de um apurado senso de percepção e crítica, vai se dando conta, ao longo de seu relato, dos estereótipos que no Brasil se construíam em relação `a Europa, ela é também capaz de reconhecer, algumas vezes com grande precisão, as expectativas falsas e exóticas que nutria sobre o Brasil, quando ainda se encontrava na Alemanha. Vale citar aqui o trecho da primeira carta de Ina à amiga Grete, na qual se descortina a perspectiva paradisíaca da América como locus amoenus, como um idílico paraíso tropical:
‘Horas vagas’! Ah, minha querida Grete, como essa palavra possuía o dom de me tornar elegíaca! Lembra-se de como decidimos entre nós duas, como um fato indiscutível, que os brasileiros não se ocupavam senão em apurar a sua elegância ou em fumar? Suas damas, envoltas em vaporosos vestidos, embalavam-se nas redes fazendo-se abanar por interessantes negrinhos vestidos de vermelho e branco ... Como as laranjeiras e bananeiras, através de nossa fantasia, tinham a singular tendência de crescer, janelas a dentro, enquanto papagaios multicoloridos e os “graciosos” beija-flores esvoaçavam em nossa volta como os pombos no Parque de Lilli! Que idílio! Era natural que pessoas a tal ponto românticas [...] lhe permitissem [a uma educadora] descansar com seus alunos à sombra das laranjeiras, ensinando, quase a brincar, a cara língua materna, saboreando frutas, domesticando papagaios, fazendo poesias, enfeitando-se com flores...(von Binzer, 1994, p. 20)
No diário de von Binzer, sucedem-se as passagens nas quais as representações pré-concebidas sobre o Brasil, sobre a vida na sociedade e na natureza são desmistificados através de um desconcertante pragmatismo. Já as primeiras páginas de seu diário dão um exemplo antológico de uma confusão de termos que se vê ainda hoje, até mesmo em traduções bem cuidadas de obras em língua portuguesa para o alemão. Trata-se da primeira carta de Ulla à sua amiga Grete, que inicia o livro, na data de 27 de maio de 1881:
“Minha cara Grete!
“Fazenda” significa plantação. Sinto muito não escrever “hacienda”, pois vocês provavelmente ainda estão convencidas de que assim é que se diz e terei de decepcioná-las desde as primeiras linhas de minha carta. Consolem-se comigo: aconteceu-me o mesmo mas continuo achando adorável termos confundido espanhol com português. Assim, vai-se perdendo uma ilusão após a outra.” (von Binzer, 1994, p. 17)
Na mesma linha, segue o comentário, mais adiantado no texto, sobre a coleção de naturalia, hábito comum entre a burguesia culta alemã dos séculos XVIII e XIX e que tem em Goethe um de seus adeptos mais ilustres. À época de von Binzer, a dedicação às ciências naturais era uma espécie de coqueluche, servido de atestado de cultura e cosmopolitismo daqueles que se dedicavam a coletar espécies exóticos da fauna, flora e do reino mineral, trazidos principalmente do novo mundo. Von Binzer refere-se no trecho a uma pele de tatu, que pendurou em seu quarto após ter sido o bicho servido como refeição:
A couraça desse habitante dos trópicos está exposta em meu quarto à guisa de peça decorativa; [...] Aliás, estou colecionando todas as curiosidades que posso encontrar, apesar de ser uma coisa bem mais difícil do que se julga em nossa terra. Imaginávamos que as flechas dos índios e outros objetos exóticos eram encontrados pelos caminhos e agora verifico que todas essas coisas não são obtidas facilmente. Contento-me portanto com o naturalien cabinet [sic] de minha própria coleção. Os pretos trazem-me tudo o que conseguem achar de mais interessante lá por fora e se mostram radiantes quando me declaro satisfeita.(von Binzer, 1994, p. 135).
A autora consegue portanto perceber, em muitas ocasiões, que a relação Brasil-Europa construía-se então basicamente sobre estereótipos sustentados pelos dois lados, dedicando-se, algumas vezes, a diminuí-los, e, outras tantas, a incentivá-los.
Entretanto, é principalmente no campo dos métodos de ensino , da pedagogia trazida literalmente na mala que as disposições von Binzer progridem, adequando-se à nova realidade com a qual se defronta no Brasil. Contratada inicialmente como professora particular na casa da família Rameiro, no Rio, a preceptora Ina/ Ulla traz literalmente na bagagem o Boormann, seu vademecum pedagógico:
Querida Grete!
Você sabe quem afundei hoje nas profundezas mais profundas de minha mala? O nosso Boormann, ou melhor, suas quarenta cartas pedagógicas que não têm aqui a menor utilidade. E confiava tanto nelas! (von Binzer, 1994, p. 22)
O “nosso Boormann”, provável alusão a Karl Wilhelm Emil Boorman, teólogo, escritor e pedagogo alemão, designa aqui um manual pedagógico fundamentado principalmente na disciplina, moral e física. Embora não faça uso do vademecum durante o período na fazenda São Francisco, Ulla/Ina irá utilizá-lo meses depois, quando professora em um colégio no Rio de Janeiro. Contratada para ensinar “às filhas deste país as línguas alemãs e inglesa”, Ulla/Ina vê-se frente a frente com as dificuldades habituais provocadas pela existência das declinações gramaticais e gêneros dos substantivos, em boa parte, aleatórios ao estudante de alemão como língua estrangeira. Cite-se o trecho:
Ach! Grete! Ambas as línguas permanecerão sempre um livro fechado a sete chaves para minhas alunas, pois é estranho como aprendem pouco comigo, especialmente o alemão. Talvez isso se explique pela diferença das raças germânicas e romana, pois o francês aprendem até dormindo e as francesas obtêm resultados muito melhores do que eu, em suas classes. Várias vezes tive a tentação de ressucitar o Boormann, porém, deixei-o definitivamente onde está, porque sei que nele encontraria inúmeras censuras a mim.(von Binzer, 1994, p. 79)
Ingenuamente, Ulla/Ina atribui a uma diferença entre as raças um problema de fundo lingüístico, ou seja, a semelhança de estrutura e vocabulario entre o francês e o português frente ao quase total estranhamento provocado pela língua germânica, de construção avessa à ordem declarativa linear do português. Ina percebe os melhores resultados das professoras de francês, sem, contudo, identificar as causas.
Ciente de que “as melhores famílias não mandam absolutamente as filhas para colégios”, preferindo a educação privada, Ina acredita ter diante de si a sociedade “menos educada ou a mais selvagem que se pode encontrar”.
Em uma ocasião em que a classe se encontrava “especialmente irriquieta e barulhenta” , Ina ressucita o “velho Boorman”, o que resulta em uma das cenas mais saborosas do livro:
Quando obtive silêncio para ser ouvida, ordenei: “Levantar, sentar”, cinco vezes seguidas, o que no nosso país nunca deixa de ser vergonhoso para uma classe. Mas aqui! - oh! Santa Simplicitas! - quando cheguei a fazer-lhes compreender o que delas esperava, as crianças estavam tão longe de imaginar que aquilo representaria um castigo, que julgaram tratar-se de uma boa brincadeira e pulavam perpendicularmente como um prumo, para cima e para baixo, feito autômatos, divertindo-se regiamente.
A conclusão da educadora Ulla/Ina é lapidar:
Grete, desde então o Boormann está definitivamente descartado, para mim, aqui no Brasil. Reconheço ser indispensável adotar-se uma pedagogia aqui, mas ela deve ser brasileira e não alemã, calcada sobre moldes brasileiros e adaptada ao caráter do povo e às condições da vida doméstica. As crianças brasileiras, em absoluto, não devem ser educadas por alemães; é trabalho perdido, pois o enxerto de planta estrangeira que se faz à juventude daqui não pegará . (von Binzer, p. 87)
Em maio de 1882, Ina/Ulla é contratada por uma família de São Paulo, os Costa. O Sr. Costa, um entusiasta do Partido Republicano, deu a seus filhos nomes de cidadãos romanos. Lavínia, Caius Gracchus, Plinius, Clöelia e Cornélia constituem a parcela infantil da família republicana que deverá ficar sob os cuidados da preceptora alemã Ulla. A fé republicana e anti-clerical do Sr. Costa levou-o a preferir o ensino privado e leigo, em vez de “entregar os meninos aos padres”. Entretanto, depois de uma série de travessuras dos dois indisciplinados “patrícios”, as crianças são transferidas para o ensino religioso, e mesmo a mais jovem, Lavínia, vai para um colégio. Ulla conclui então que “o Boormann não tinha preparo para lidar com crianças brasileiras de fé republicana”, reconhecendo mais uma vez a restrita eficácia do método de disciplina prussiano aplicado em terras tropicais.
Ao longo do livro, entretanto, Ulla/Ina não chega a propor uma “pedagogia” para seus jovens romanos. Da casa dos Costa, Ina vai para a fazenda São Sebastião, a duas horas de São Paulo.
Parece que essa foi a última estação dessa jovem preceptora alemã no Brasil, pois, a se acreditar nas últimas páginas do livro, Ulla/Ina teria se casado com o inglês Mr. Hall e voltado à Europa.
Ao final da leitura do relato dos sofrimentos e alegrias dessa educadora alemã no Brasil, ficam suspensas algumas questões que uma pesquisa posterior deverá se incumbir de investigar: o que movia essas jovens européias rumo ao Brasil, em um momento ainda anterior ao processo de imigração? Um estudo da chamada Bildungsbürgertum, ou burguesia cultivada, na Prússia dos últimos 20 ou 30 anos do século XIX irá mostrar que as profissões liberais e jurídicas, assim como as colocações de professores de ensino superior e mesmo no ensino médio nas escolas públicas era ocupado exclusivamente pela população masculina.
O acesso ao ensino universitário era um privilégio tanto da elite econômica quanto da elite sexual, se é que se pode falar assim.
É possível, portanto, entender a existência das Fräulein nas casas brasileiras também como um problemas de mercado de trabalho para as mulheres européias jovens e cultas. Ina von Binzer pode ser assim considerada representante de uma classe de mulheres intelectuais de formação diversificada, que ajudaram a estabelecer no Brasil um padrão de ensino para as elites mais próximo da vida cotidiana do país, porque ministrado em meio aos ambientes reais das famílias brasileiras em seu ambiente doméstico.
Por outro lado, o relato de von Binzer permite também entrever a ambígua situação social e familiar dessas jovens, que nem eram consideradas criadas da casa, uma vez que essa função era ocupada, de maneira muito bem definida, pelos escravos negros, e nem pertenciam à família, situando-se em um limbo social próximo ao do agregado. No caso de von Binzer, as relações sociais parecem ter sido preenchidas através de outros estrangeiros radicados no Brasil, de forma temporária ou permanente.
É assim que o livro de von Binzer consegue elucidar um pouco o cotidiano, a função e o papel que essas jovens européias tiveram na história da educação no Brasil. Fecho este texto com as palavras de Antonio Callado, que saúda, no prefácio, “a segunda edição deste livrinho, escrito por uma preceptora alemã menos erótica - pelo menos declaradamente - mas tão interessante quanto a Fräulein de Mário de Andrade em Amar, verbo intransitivo.”
Referências Bibliográficas:
BINZER, Ina von.. Os meus romanos. Alegrias e tristezas de uma educadora alemã no Brasil. Trad. de Alice Rossi e Luisita Gama Cerqueira São Paulo: Paz e Terra, 1994.
GRAHAM, Maria. Diário de uma viagem ao Brasil. Trad. de A.J.L. Belo Horizonte;SãoPaulo: Itatiaia/Edusp, 1990.(Coleção Reconquista do Brasil, 157).
SPIX, Johann Baptist von. Viagem pelo Brasil. Belo Horizonte; São Paulo: Itatiaia/Edusp, 1981, 1 (Coleção Reconquista do Brasil, 46).